sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Patos recepciona os médicos cubanos com direito a desfile em carro aberto

Com direito a desfile em carro aberto do Corpo de Bombeiros e banda de música do 3º Batalhão de Polícia Militar, os médicos cubanos foram recebidos no início da noite desta quinta-feira, dia 05, na sede da 6ª Gerencia Regional de Saúde – 6ª GRS, na Rua Horácio Nóbrega, Bairro Belo Horizonte, em Patos. A recepção contou com vários secretários de saúde dos municípios vizinhos, da cidade de Patos e com o comandante do 3º BPM, Tenente-Coronel Enéas da Cunha Rolim.


Após a recepção festiva, os médicos e todos os presentes encontraram-se no auditório da 6ª GRS para os procedimentos de entrega dos profissionais aos secretários de saúde de cada cidade que foi contemplada com os médicos que passam a residir nos municípios para atendimento nas unidades do Programa de Saúde da Família – PSF’s. A reunião foi coordenada pelo gerente da 6ª GRS José Leudo.

Durante a solenidade foram executados os hinos do Brasil e de Cuba demostrando a união dos dois países em torno do Programa Mais Médicos do Governo Federal. O médico John Sinema, que concluiu medicina em Cuba e atualmente reside em Patos, leu uma carta de boas vindas aos médicos cubanos em nome do povo da região polarizada pela cidade.

A cidade de Patos foi agraciada com os médicos Dr. Jonnys e Dra. Joelquis. Ao
todo são 17 profissionais que estarão espalhados por 13 cidades da 6ª Gerencia Regional de Saúde. Na noite desta quinta-feira, os secretários de saúde receberam os médicos e trocaram as primeiras experiências com os profissionais que passaram por um aperfeiçoamento para adaptarem-se a língua e aos costumes da medicina no Brasil.

O sindicalista José Gonçalves foi um dos que recepcionaram os médicos cubanos, e disse: “Esse é um momento histórico, pois o Brasil foi capaz de romper com o preconceito e com o próprio embargo imposto a Cuba pelos Estados Unidos e pensar no povo que necessita de saúde básica no nosso país”.

A reportagem conversou com o Dr. Jonnys sobre a diferença de um povo que vive o socialismo e do povo brasileiro que vive o capitalismo. “Um país socialista os direitos do povo são iguais para todos, no capitalismo não é igual. No meu país não existe saúde privada lá é pública completamente. Penso que essa experiência para nós será muito boa. Nós trazemos medicina para ajudar ao povo a toda pessoa necessitada”, disse Jonnys.


Com informações/ Jozivan Antero – patosonline.com

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