Auxiliar do Governo revela que já tem decisão tomada sobre rumo a seguir em caso de racha entre Cássio e RC
Em entrevista ao programa Conexão
Master, o secretário especial do PAC e superintendente da Suplan,
Ricardo Barbosa, não guardou segredo e antecipou tudo o que pensa sobre a
possibilidade de rompimento político entre o governador Ricardo
Coutinho (PSB) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB).
Indagado sobre a sua posição em caso de rompimento, o secretário não titubeou:
“Se houver rompimento, fico com o governador Ricardo Coutinho”.
Caso a tese se consuma, ele garantiu não ter acanhamento de dizer, segundo ele, a verdade ao senador Cássio:
“Direi a ele, companheiro, gosto de você. Mas fico com Ricardo”.
O secretário foi mais além e declarou que o senador tucano, caso fosse eleito em 2014, não poderá repetir a gestão que realizou de 2003 a 2009, na qual Barbosa, inclusive, participou do início ao fim.
“Cássio não poderia fazer mais o governo que fez no passado. Não há mais cenário para isso. A população está muito mais exigente”.
E disparou: “Essa ideia de incentivar candidatura de Cássio é coisa de que tem interesse contrariado. É a viuvez de um segmento que foi alijado do governo Ricardo e está ávido para voltar ao poder. Famílias que se locupletavam do Estado e perderam isso. Castas que viviam do erário, que tiveram essa benesses ceifadas e estão sedentos para voltar. São esses que estão jogando Cássio para essa disputa”.
“Cássio derrotou Maranhão porque o produto que ele ofereceu a Paraíba era bom. Cássio teve um palanque bom. Com um prefeito extraordinariamente bem avaliado e que representava a novidade. Ricardo tinha uma imagem exitosa na capital, diferente de Cícero, por exemplo. Imagine se Cássio tivesse oferecido Cícero aos paraibanos em 2010 depois de algo tão pesado que ambos estavam sofrendo na Justiça. O resultado teria sido bem diferente”, afirmou Barbosa.
Ainda segundo ele, “em caso de rompimento, não será fácil para Cássio encontrar um discurso, a não ser a motivação dos que tiveram o interesse contrariado”.
Sobre as eleições presidenciais, o secretário também não fez arrodeios e antecipou que seu candidato a presidente é o governador Eduardo Campos.
"Vou trabalhar com as duas mãos e arregaçar as mangas por Eduardo Campos. Além de uma relação política, fiz uma grande amizade com ele. Tivemos até eu e minha esposa recentemente na sua fazenda em Garanhuns”.
Indagado sobre a sua posição em caso de rompimento, o secretário não titubeou:
“Se houver rompimento, fico com o governador Ricardo Coutinho”.
Caso a tese se consuma, ele garantiu não ter acanhamento de dizer, segundo ele, a verdade ao senador Cássio:
“Direi a ele, companheiro, gosto de você. Mas fico com Ricardo”.
O secretário foi mais além e declarou que o senador tucano, caso fosse eleito em 2014, não poderá repetir a gestão que realizou de 2003 a 2009, na qual Barbosa, inclusive, participou do início ao fim.
“Cássio não poderia fazer mais o governo que fez no passado. Não há mais cenário para isso. A população está muito mais exigente”.
E disparou: “Essa ideia de incentivar candidatura de Cássio é coisa de que tem interesse contrariado. É a viuvez de um segmento que foi alijado do governo Ricardo e está ávido para voltar ao poder. Famílias que se locupletavam do Estado e perderam isso. Castas que viviam do erário, que tiveram essa benesses ceifadas e estão sedentos para voltar. São esses que estão jogando Cássio para essa disputa”.
Ele também contestou a fala de algumas “cassistas” que dizem que o tucano elegeu Ricardo Coutinho em 2010.
“Cássio derrotou Maranhão porque o produto que ele ofereceu a Paraíba era bom. Cássio teve um palanque bom. Com um prefeito extraordinariamente bem avaliado e que representava a novidade. Ricardo tinha uma imagem exitosa na capital, diferente de Cícero, por exemplo. Imagine se Cássio tivesse oferecido Cícero aos paraibanos em 2010 depois de algo tão pesado que ambos estavam sofrendo na Justiça. O resultado teria sido bem diferente”, afirmou Barbosa.
Ainda segundo ele, “em caso de rompimento, não será fácil para Cássio encontrar um discurso, a não ser a motivação dos que tiveram o interesse contrariado”.
Sobre as eleições presidenciais, o secretário também não fez arrodeios e antecipou que seu candidato a presidente é o governador Eduardo Campos.
"Vou trabalhar com as duas mãos e arregaçar as mangas por Eduardo Campos. Além de uma relação política, fiz uma grande amizade com ele. Tivemos até eu e minha esposa recentemente na sua fazenda em Garanhuns”.
Ytalo Kubitschek/ PB Agora
Apesar de está um tanto decepcionado com o governo RC, mas entre ele e Cássio fico com o governador tb. Se queremos ver alguma melhora na política brasileira temos que ir de encontro a velhas práticas. Acabar com as velhas oligarquias é supramente necessário. Cunha Lima, Sarney, e os velhos netos devem ceder espaço para ideias arejadas, novas caras. E nesse ponto minha crítica se estende a Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes, Aécio Neves, neto do Tancredo, ACM Neto, Brizola Neto etc etc etc. Se queremos mudança comecemos por essas, nada da parentes de velhas personagens políticas.
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