Localizado
no Bairro Alto da Tubiba, em Patos, o Programa de Erradicação do
Trabalho Infantil – PETI, que é administrado pela Secretaria de
Desenvolvimento Social, vem sendo alvo de denunciais por parte dos
próprios adolescentes atendidos pelo programa. Os adolescentes relatam
precariedade com a alimentação, falta de material para as atividades
lúdicas, além da falta de funcionários e ausência da coordenadora do
programa.
A
adolescente Janaina Maria, 14 anos, residente na Vila Teimosa, disse:
“Nós alunos já combinamos de juntar para fazer essa denúncia à gente
mesmo! Porque a gente já chegou a passar fome aqui. A gente já chegou
aqui e não tinha comida, não tinha faxineira, não tinha ninguém aqui, só
tinha o professor. A comida é tanto que meu amigo Rafael chegou a subir no pé de manga pra gente poder comer alguma coisa”, relatou. “Esse ano piorou muito aqui”, finalizou Janaina.
Rafael
Torres, 16 anos, residente no Bairro Liberdade, também reforçou o relato
da amiga Janaina, ambos são usuários do Programa de Erradicação do
Trabalho Infantil – PETI. “Os instrumentos que a gente toca já são
velhos. A farda vai fazer 4 anos que a gente tá com a mesma farda. O
motorista é que tá fazendo a comida para gente. Essa semana foi que foi
aparecer uma pessoa aqui”, disse Rafael.
A
situação ficou mais precária com as demissões de centenas de contratados
por determinação do Ministério Público – MP. Vários dos contratados
também eram servidores do PETI. Devido as dificuldades, a evasão no
programa aumentou muito. O PETI que contava com cerca de 80
frequentantes agora têm pouco mais de 50.
A
reportagem conversou com Helena Wanderley, que é a Secretária de
Desenvolvimento Social, sobre o caso. Helena relatou que os problemas
aumentaram bastante com as demissões que ocorreram e disse que o
Programa irá sair da localidade para um ambiente melhor. “Hoje não
existe mais o PETI, hoje o que nós temos são serviços de convivência e
fortalecimento de vínculos que foi um serviço novo criado pelo
Ministério do Desenvolvimento Social, em Julho, e que atingiu o PETI,
Pró-Jovem e o PBV 2, que era o serviço de criança de 0 a 6 e de idoso. A
nossa grande dificuldade foi essas demissões. Nós realmente estamos
numa situação difícil por conta das demissões. Ficamos sem auxiliar de
serviço, sem merendeiras e nós estamos passando por dificuldade. Nós
estamos comprando a merenda pronta”, disse Helena.
Helena
disse ainda que não sabe quando a situação vai ser resolvida, mas que as
demais questões da assistência estão continuando.
Jozivan Antero – Patosonline.com
O
Partido dos Trabalhadores deve ceder cabeça de chapa na disputa pelo
Governo do Estado ao PMDB paraibano. Pelo menos foi o que destacou em
reportagem de capa o jornal Valor Econômico desta segunda-feira (04).
Segundo o jornal, dos 15 Estados onde o PT está propenso a ceder cabeça de chapa a aliados, a Paraíba tem lugar de destaque.
Nesses três estados os acordos estão
adiantados. Em Sergipe, é certo o apoio do PT, hoje no comando do
governo, ao vice de Marcelo Déda, Jackson Barreto.
No Rio Grande do Norte, a parceria é com
a família Alves, que pode lançar o ministro Garibaldi Alves
(Previdência); o filho dele, deputado estadual Walter; ou o presidente
da Câmara, Henrique Eduardo.
Na Paraíba, o senador Vital do Rêgo deve
garantir apoio ao irmão e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano.
Leia a matéria na integra:
PMDB ocupa espaço de PSB e predomina em alianças
Se o PT em 2014 será mais “fominha” –
como se diz do jogador que não passa a bola – o PMDB também marca os
petistas sob pressão. Nos 15 Estados onde o PT está propenso a ceder
cabeça de chapa a aliados, apenas em Pernambuco e no Mato Grosso o PMDB
não exerce carga pelo apoio petista.
No primeiro caso, porque o partido há
muito se opõe ao PT e, no segundo, por falta de nomes à sucessão do
governador Silval Barbosa. Com isso, a tendência é que os petistas
apoiem os senadores Armando Monteiro (PTB-PE) e Blairo Maggi (PR-MT) –
embora este diga que não cogita concorrer.
Nos demais 13 Estados, no entanto,
pemedebistas estão na cola. Em três deles os acordos estão adiantados.
Em Sergipe, é certo o apoio do PT, hoje no comando do governo, ao vice
de Marcelo Déda, Jackson Barreto. No Rio Grande do Norte, a parceria é
com a família Alves, que pode lançar o ministro Garibaldi Alves
(Previdência); o filho dele, deputado estadual Walter; ou o presidente
da Câmara, Henrique Eduardo. Na Paraíba, o senador Vital do Rêgo deve
garantir apoio ao irmão e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano.
No Pará, é o senador Jader Barbalho que
faz gestões para o PT apoiar seu filho, Helder. No Amazonas, o senador
Eduardo Braga duela com outro partido da base, o PP da deputada federal
Rebecca Garcia, e tende a levar a melhor. Em Alagoas, a disputa também é
com o PP. O senador Benedito de Lira faz pressão contra a adesão
petista à candidatura do presidente do Senado Renan Calheiros ou de seu
filho, deputado federal.
O PMDB divide outra bola com o PP no
Tocantins, com o Pros, no Ceará; o PCdoB, no Maranhão; e no que resta da
parceria entre o PT e o PSB, no Espírito Santo e no Amapá. Em Santa
Catarina, pemedebistas estão de olho – bem como o PSD do governador
Raimundo Colombo – no apoio do PT. Em Rondônia, o governador Confúcio
Moura tenta reeditar a aliança de 2010. O desafio do PMDB é voltar a
controlar um eleitorado nos Estados acima dos 20%, patamar que não
conseguiu alcançar pela primeira vez em 2010 quando decaiu para 15,3%
(cinco governadores). A missão será muito difícil se a legenda perder o
Rio, onde esperneia contra o senador Lindbergh Farias (PT). O Estado
corresponde a mais da metade do eleitorado administrado pelo PMDB.
Por outro lado, o PMDB deverá se manter
como parceiro preferencial para apoios petistas – posto que já foi do
PSB em 1998 e 2006. Em 2010, o PSB teve quase o mesmo número de
candidatos apoiados pelo PT que o PMDB, mas os Estados dos pemedebistas
reuniam quase o dobro do eleitorado.
Nas últimas disputas, as eleições em que
os petistas mais lançaram nomes foram as de 2002 (24) e 2006 (18).
Nestes anos, vigorou a verticalização, que proibia partidos de firmarem
alianças regionais com adversários nacionais. A regra causou a
multiplicação de candidaturas a governador.
PB Agora com Valoreconônico
- See more at:
http://www.portalsantateresinha.com.br/2013/11/04/2014-midia-nacional-diz-que-pt-deve-ceder-cabeca-de-chapa-na-disputa-pelo-governo-da-paraiba-ao-pmdb/#sthash.aM2PGDpi.dpuf
O
Partido dos Trabalhadores deve ceder cabeça de chapa na disputa pelo
Governo do Estado ao PMDB paraibano. Pelo menos foi o que destacou em
reportagem de capa o jornal Valor Econômico desta segunda-feira (04).
Segundo o jornal, dos 15 Estados onde o PT está propenso a ceder cabeça de chapa a aliados, a Paraíba tem lugar de destaque.
Nesses três estados os acordos estão
adiantados. Em Sergipe, é certo o apoio do PT, hoje no comando do
governo, ao vice de Marcelo Déda, Jackson Barreto.
No Rio Grande do Norte, a parceria é com
a família Alves, que pode lançar o ministro Garibaldi Alves
(Previdência); o filho dele, deputado estadual Walter; ou o presidente
da Câmara, Henrique Eduardo.
Na Paraíba, o senador Vital do Rêgo deve
garantir apoio ao irmão e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano.
Leia a matéria na integra:
PMDB ocupa espaço de PSB e predomina em alianças
Se o PT em 2014 será mais “fominha” –
como se diz do jogador que não passa a bola – o PMDB também marca os
petistas sob pressão. Nos 15 Estados onde o PT está propenso a ceder
cabeça de chapa a aliados, apenas em Pernambuco e no Mato Grosso o PMDB
não exerce carga pelo apoio petista.
No primeiro caso, porque o partido há
muito se opõe ao PT e, no segundo, por falta de nomes à sucessão do
governador Silval Barbosa. Com isso, a tendência é que os petistas
apoiem os senadores Armando Monteiro (PTB-PE) e Blairo Maggi (PR-MT) –
embora este diga que não cogita concorrer.
Nos demais 13 Estados, no entanto,
pemedebistas estão na cola. Em três deles os acordos estão adiantados.
Em Sergipe, é certo o apoio do PT, hoje no comando do governo, ao vice
de Marcelo Déda, Jackson Barreto. No Rio Grande do Norte, a parceria é
com a família Alves, que pode lançar o ministro Garibaldi Alves
(Previdência); o filho dele, deputado estadual Walter; ou o presidente
da Câmara, Henrique Eduardo. Na Paraíba, o senador Vital do Rêgo deve
garantir apoio ao irmão e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano.
No Pará, é o senador Jader Barbalho que
faz gestões para o PT apoiar seu filho, Helder. No Amazonas, o senador
Eduardo Braga duela com outro partido da base, o PP da deputada federal
Rebecca Garcia, e tende a levar a melhor. Em Alagoas, a disputa também é
com o PP. O senador Benedito de Lira faz pressão contra a adesão
petista à candidatura do presidente do Senado Renan Calheiros ou de seu
filho, deputado federal.
O PMDB divide outra bola com o PP no
Tocantins, com o Pros, no Ceará; o PCdoB, no Maranhão; e no que resta da
parceria entre o PT e o PSB, no Espírito Santo e no Amapá. Em Santa
Catarina, pemedebistas estão de olho – bem como o PSD do governador
Raimundo Colombo – no apoio do PT. Em Rondônia, o governador Confúcio
Moura tenta reeditar a aliança de 2010. O desafio do PMDB é voltar a
controlar um eleitorado nos Estados acima dos 20%, patamar que não
conseguiu alcançar pela primeira vez em 2010 quando decaiu para 15,3%
(cinco governadores). A missão será muito difícil se a legenda perder o
Rio, onde esperneia contra o senador Lindbergh Farias (PT). O Estado
corresponde a mais da metade do eleitorado administrado pelo PMDB.
Por outro lado, o PMDB deverá se manter
como parceiro preferencial para apoios petistas – posto que já foi do
PSB em 1998 e 2006. Em 2010, o PSB teve quase o mesmo número de
candidatos apoiados pelo PT que o PMDB, mas os Estados dos pemedebistas
reuniam quase o dobro do eleitorado.
Nas últimas disputas, as eleições em que
os petistas mais lançaram nomes foram as de 2002 (24) e 2006 (18).
Nestes anos, vigorou a verticalização, que proibia partidos de firmarem
alianças regionais com adversários nacionais. A regra causou a
multiplicação de candidaturas a governador.
PB Agora com Valoreconônico
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O
Partido dos Trabalhadores deve ceder cabeça de chapa na disputa pelo
Governo do Estado ao PMDB paraibano. Pelo menos foi o que destacou em
reportagem de capa o jornal Valor Econômico desta segunda-feira (04).
Segundo o jornal, dos 15 Estados onde o PT está propenso a ceder cabeça de chapa a aliados, a Paraíba tem lugar de destaque.
Nesses três estados os acordos estão
adiantados. Em Sergipe, é certo o apoio do PT, hoje no comando do
governo, ao vice de Marcelo Déda, Jackson Barreto.
No Rio Grande do Norte, a parceria é com
a família Alves, que pode lançar o ministro Garibaldi Alves
(Previdência); o filho dele, deputado estadual Walter; ou o presidente
da Câmara, Henrique Eduardo.
Na Paraíba, o senador Vital do Rêgo deve
garantir apoio ao irmão e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano.
Leia a matéria na integra:
PMDB ocupa espaço de PSB e predomina em alianças
Se o PT em 2014 será mais “fominha” –
como se diz do jogador que não passa a bola – o PMDB também marca os
petistas sob pressão. Nos 15 Estados onde o PT está propenso a ceder
cabeça de chapa a aliados, apenas em Pernambuco e no Mato Grosso o PMDB
não exerce carga pelo apoio petista.
No primeiro caso, porque o partido há
muito se opõe ao PT e, no segundo, por falta de nomes à sucessão do
governador Silval Barbosa. Com isso, a tendência é que os petistas
apoiem os senadores Armando Monteiro (PTB-PE) e Blairo Maggi (PR-MT) –
embora este diga que não cogita concorrer.
Nos demais 13 Estados, no entanto,
pemedebistas estão na cola. Em três deles os acordos estão adiantados.
Em Sergipe, é certo o apoio do PT, hoje no comando do governo, ao vice
de Marcelo Déda, Jackson Barreto. No Rio Grande do Norte, a parceria é
com a família Alves, que pode lançar o ministro Garibaldi Alves
(Previdência); o filho dele, deputado estadual Walter; ou o presidente
da Câmara, Henrique Eduardo. Na Paraíba, o senador Vital do Rêgo deve
garantir apoio ao irmão e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano.
No Pará, é o senador Jader Barbalho que
faz gestões para o PT apoiar seu filho, Helder. No Amazonas, o senador
Eduardo Braga duela com outro partido da base, o PP da deputada federal
Rebecca Garcia, e tende a levar a melhor. Em Alagoas, a disputa também é
com o PP. O senador Benedito de Lira faz pressão contra a adesão
petista à candidatura do presidente do Senado Renan Calheiros ou de seu
filho, deputado federal.
O PMDB divide outra bola com o PP no
Tocantins, com o Pros, no Ceará; o PCdoB, no Maranhão; e no que resta da
parceria entre o PT e o PSB, no Espírito Santo e no Amapá. Em Santa
Catarina, pemedebistas estão de olho – bem como o PSD do governador
Raimundo Colombo – no apoio do PT. Em Rondônia, o governador Confúcio
Moura tenta reeditar a aliança de 2010. O desafio do PMDB é voltar a
controlar um eleitorado nos Estados acima dos 20%, patamar que não
conseguiu alcançar pela primeira vez em 2010 quando decaiu para 15,3%
(cinco governadores). A missão será muito difícil se a legenda perder o
Rio, onde esperneia contra o senador Lindbergh Farias (PT). O Estado
corresponde a mais da metade do eleitorado administrado pelo PMDB.
Por outro lado, o PMDB deverá se manter
como parceiro preferencial para apoios petistas – posto que já foi do
PSB em 1998 e 2006. Em 2010, o PSB teve quase o mesmo número de
candidatos apoiados pelo PT que o PMDB, mas os Estados dos pemedebistas
reuniam quase o dobro do eleitorado.
Nas últimas disputas, as eleições em que
os petistas mais lançaram nomes foram as de 2002 (24) e 2006 (18).
Nestes anos, vigorou a verticalização, que proibia partidos de firmarem
alianças regionais com adversários nacionais. A regra causou a
multiplicação de candidaturas a governador.
PB Agora com Valoreconônico
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